Tendo as imagens dos Arcanos Maiores do Tarô como pano de fundo, nossa discussão aqui pretende tratar de nossa cultura contemporânea, a Pós-Modernidade. E cada arquétipo levanta um aspecto do debate em relação a outras culturas. O Tarô, dessa forma, não é um objeto ou conjunto de imagens semióticas, mas um sistema conceitual de pensamento. E a cultura atual não é um campo temático, mas sim um novo cenário de vida e pensamento. Cada carta é acompanhada de uma definição conceitual e um texto teórico.
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